Interdisciplinar: Revista Eletrônica da UNIVAR ISSN X Ano de publicação: 2014 N.:11 Vol.:1 Págs.

April 8, 2017 | Author: Armando Medina Carreira | Category: N/A
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Interdisciplinar: Revista Eletrônica da UNIVAR http://revista.univar.edu.br Ano de publicação: 2014 N°.:11 Vol.:1 Págs. 117 - 121

ISSN 1984-431X

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS, EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, RELACIONADA À HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS Rosália Moreira Lopes1Tatiana Lima Melo2 RESUMO: O estudo tem por objetivo conhecer a percepção de alunos, em anos iniciais do ensino fundamental, sobre a correta higienização das mãos e a sua importância para impedir a infestação de doenças causadas por microrganismos e parasitas intestinais, bem como orientar sobre a importância de uma correta higienização das mãos. Para isso foi aplicado um questionário com perguntas fechadas sobre higienização das mãos para as crianças matriculadas em anos iniciais do ensino fundamental. Depois, foi realizada uma palestra e novamente aplicado o questionário para avaliar o conhecimento das crianças sobre o assunto abordado. Os resultados mostraram que o conhecimento das crianças sobre as questões relacionadas a correta higienização das mãos e a importância deste processo aumentou depois da palestra de orientação. Desta forma, o enfermeiro como profissional da saúde tem o dever de contribuir para esta educação sanitária, por meio de palestras e orientações que conscientizem as crianças. Palavras-chave: crianças; orientação; microrganismos patogênicos, parasitas intestinais. ABSTRACT: The study aims to understand the perception of students in school, on the correct hand hygiene and its importance to prevent the infestation of diseases caused by microorganisms and intestinal parasites, as well as to guide to the importance of proper hand hygiene. For this, a questionnaire with specific questions on hand hygiene for children enrolled in the early years of elementary school. Then, a lecture was held, and the questionnaire to assess children's knowledge about this matter was analyzed again. The results showed that children's knowledge on issues related to proper hand hygiene and the importance of this process has increased after the orientation talk. Thus, the nurse as a health professional has a duty to contribute to this health education through lectures and guidelines to make children aware. Keywords: children; orientation; pathogenic microorganisms; intestinal parasites. 1

Enfermeira formada pelo curso de bacharelado em Enfermagem nas Faculdades Unidas do Vale do Araguaia. E-mail para contato: [email protected] 2 Professora orientadora nas Faculdades Unidas do Vale do Araguaia. E-mail para contato: [email protected]

1. INTRODUÇÃO Para resguardar as crianças de algumas patologias é necessária a implantação de hábitos saudáveis. Dentre estes costumes está a higienização das mãos, a qual é uma medida individual simples e menos custosa para prevenir a colonização das infecções. Além disso, ela é adotada há muitos anos na prevenção e controle de contaminações. O uso adequado de água e sabão é uma ação simples que pode contribuir para a redução da flora microbiana nas mãos (SANTOS, 2013). Lavar corretamente as mãos é um dos meios mais efetivos de prevenir doenças em crianças e um dos principais elementos de prevenção de contaminação de parasitas intestinais, como os protozoários (Giardia lamblia e Entamoeba histolytica), platelmintos (Taenia solium e Taenia saginata) e nematódios (Trichuris trichiura,

Strongyloides stercolaris, Enterobius vermicularis, Ascaris lumbricoides) que acometem, principalmente, crianças pela via oral-fecal (TOSCANI et al, 2007). As parasitoses tem relação direta com a higiene local e os ambientes com aglomerações de pessoas, como nas escolas e nas praças, são mais propensos a ter um indivíduo contaminado por uma parasitose (TOSCANI et al, 2007). O parasitismo intestinal, em níveis altos, é a causa de sérios problemas tanto no desenvolvimento físico quanto social de uma pessoa, sendo assim considerado um problema de saúde pública, o qual recebe pouca atenção por parte dos programas de formação de educadores (FERREIRA; ANDRADE, 2005). A Organização Mundial da Saúde preconiza que a promoção da saúde é essencial para a determinação de políticas públicas que beneficiam as habilidades das pessoas, isoladas ou coletivas, melhorando a qualidade de vida e saúde (TOSCANI et 1

al, 2007). Os mesmos autores afirmam que a educação em saúde é uma importante ferramenta para garantir boas condições de saúde. A orientação de prevenção nas escolas, com o intuito de melhorar a saúde dos alunos, realizada por um profissional da área tem importante contribuição para processo saúde-doença, pois a escola é um local exato para as práticas de promoção e prevenção em saúde. Neste ambiente a informação pode ser oferecida para uma maior quantidade de crianças com a mesma faixa etária em um mesmo momento, facilitando a coleta de dados. Para isso foi instituído o Programa Saúde na Escola (PSE), uma iniciativa que surge para contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e agravos à saúde e atenção a saúde visando o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens da rede pública de ensino (BRASIL, 2013). A análise do conhecimento das crianças sobre higienização das mãos e microrganismos que causam doenças parasitárias é de suma relevância, já que estas constituem as parcelas mais vulneráveis a contaminação, pelo contado direto com agentes contaminadores, por causa das brincadeiras nas ruas, ou por estarem em grupos com várias outras crianças. Além disso, essa fase é ideal para introduzir conhecimentos uma vez que há uma maior absorção de informações nessa fase. O ensino da correta higienização às crianças também contribuirá para desenvolver a responsabilidade perante seu próprio bem estar, a pratica de hábitos saudáveis e contribuir para um ambiente sadio. Da mesma forma, o trabalho contribuirá para o conhecimento do programa saúde na escola, o qual atua no contexto supracitado. O estudo tem por objetivo conhecer a percepção de alunos matriculados nos anos iniciais do ensino fundamental, sobre a correta higienização das mãos e a sua importância para impedir a infestação de doenças causadas por microrganismos e parasitas intestinais, bem como orientar sobre a importância de uma correta higienização das mãos. 2. MATARIAIS E MÉTODOS Trata-se de um estudo quantitativo. Para isso foi aplicado um questionário com perguntas fechadas sobre higienização das mãos para as crianças matriculadas na fase inicial do ensino fundamental. Posteriormente, foi realizada uma palestra e novamente aplicado o questionário para avaliar o conhecimento das crianças sobre o assunto abordado. A palestra teve auxílio de recurso visual e dinâmico de como fazer a lavagem das mãos adequadamente. A comparação dos dados foi realizada com o auxílio do programa Microsoft Excel ®. A pesquisa foi realizada sobre conhecimentos de higienização das mãos em 37 crianças com idade entre sete e oito anos na escola municipal de ensino fundamental Waldiza Rego Flores Lopes, o trabalho levantou informações sobre a percepção das crianças em relação à importância de lavar as mãos e os riscos quando isso não é realizado; como se deve lavar as

mãos; noção básica sobre os micro-organismos. Dentro da palestra de orientação foi feito uma dinâmica explicando às crianças sobre a forma correta de se lavar as mãos. Para a dinâmica, uma criança teve os olhos vendados e usando uma tinta azul atóxica, para simular o sabão, a criança lavou as mãos conforme explicação das orientações anteriores da palestra. Assim, os alunos observaram os pontos que ficaram sem tinta e tiveram noção que os locais não cobertos por tinta não foram lavados e continuaram contaminados. Para participar da pesquisa, foi estabelecido como critério de inclusão os alunos regularmente matriculados nas séries iniciais do Ensino Fundamental e a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pelos pais dos menores. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Participaram dessa pesquisa 37 crianças com idade entre sete e oito anos. Quando questionadas sobre o que vai embora, após lavar as mãos, junto com a água da torneira, antes da orientação 33 crianças marcaram a alternativa espuma de sabão, água, germes e bactérias, enquanto depois da orientação este número subiu para 35 (Tabela 1). Considerando a questão para que se lava as mãos, antes da orientação 31 crianças responderam que lavam as mãos para retirar microrganismos, cinco responderam para ser educado. Após a orientação, todas as 37 crianças responderam para retirar microrganismo (Tabela 1). A questão porque deve-se lavar as mãos após ir ao banheiro, antes da orientação, 27 crianças responderam para ficar com as mãos limpas e nove assinalaram a opção para ficar com as mãos cheirosas. Depois da orientação, 34 responderam para ficar com as mãos limpas e duas para ficar com as mãos cheirosas (Tabela 1). Quando questionadas porque é importante lavar as mãos, antes da orientação 22 responderam para evitar ficar doente e depois da orientação o número subiu para 33 (Tabela 1). Tabela 1. Conhecimento dos alunos, antes e depois da orientação, sobre a importância de lavar as mãos. Alternativas Antes da Após a orientação orientação Ao lavar as mãos, o que vai embora junto com a água da torneira? Só espuma de sabão. 1 0 Só a água. 4 2 Espuma de sabão, água, 33 35 germes e bactérias. Você lava as mãos para... Ficar bonito. 1 0 Para ser educado. 5 0 Para retirar os microrganismos e 31 37 parasitas. Deve-se lavar as mãos após ir ao banheiro... Para ficar com as mãos 27 34 limpas. Para ficar com as mãos 9 2 118

cheirosas. Para ficar feliz. 1 Lavar as mãos é importante por que... Evita ficar doente. 22 Para ficar bonito. 6 Para ficar obediente. 9

1 33 1 3

Com relação a pergunta como se deve lavar as mãos, antes da orientação, 33 crianças responderam com água e sabão e três só água, e após a orientação todas as 35 responderam água e sabão (Tabela 2). Quando questionadas se precisa esfregar as mãos na hora de lavar, sete responderam sim, por que as bactérias ficam presas, antes da orientação. Depois da orientação esse número subiu para 30 (Tabela 2). Para a pergunta quantas vezes por dia deve-se lavar as mãos, antes da orientação, 16 crianças responderam antes do almoço e após ir ao banheiro e depois da orientação esse numero caiu para 4. Já a alternativa antes de comer alimentos, depois de ir ao banheiro, espirrar, tossir, pegar em objetos sujos e em animais foi marcada por 16 e 29 crianças antes e depois da orientação, respectivamente (Tabela 2). Para a questão “para as mãos ficarem limpas precisa...” as alternativas marcadas foram: lavar as palmas das mãos e dedos, sendo três crianças antes e nenhuma depois da orientação; lava-se as palmas e dorso das mãos, dedos e punho, foi a alternativa marcada por 33 crianças antes da orientação e após a palestra de orientação este número subiu para 37 (Tabela 2). Tabela 2 – Conhecimento dos alunos, antes e orientação, sobre como e quando lavar as mãos. Antes da Alternativas orientação Com o que se deve lavar as mãos? Só água 3 Água e sabão 33 Não precisa lavar as mãos 1 Precisa esfregar as mãos? Sim, porque os microrganismos e 27 parasitas ficam presos. Não, porque o sabão e água já tira 8 tudo. Só de vez em quando. 2 Quantas vezes por dia deve-se lavar as mãos? Antes do almoço e depois de ir ao 16 banheiro. Só quando estiver com sujeira. 5 Antes de comer alimentos, depois de ir ao banheiro, espirrar, tossir, pegar 16 em objetos sujos e em animais. Para as mãos ficarem limpas é necessário... Lavar só as palmas das mãos. 1 Lavar as palmas das mãos e dedos. 3 Lavar as palmas das mãos, dorso das 33 mãos, dedos e punho.

após a

32 crianças responderam para ficar limpa, depois da orientação esse número subiu para 37 (Tabela 3). Ao questionar porque deve-se lavar as mãos antes de comer, 33 crianças, antes da orientação, responderam para ficar saudável, e depois da orientação a mesma alternativa foi marcada por 35 (Tabela 3). Quando foi perguntado para as crianças sobre o tamanho dos microrganismos e parasitas, 13 responderam pequeno (antes da orientação) e depois da orientação esse número caiu para 3; antes da orientação 20 responderam invisível e depois esse número subiu para 36 (Tabela 3). Ao serem questionadas sobre o que elas sentem ao comer alimentos sujos, antes da orientação, 34 responderam que sente dor de barriga, após a orientação esse número foi para 35 (Tabela 3). Tabela 3 – Conhecimento dos alunos, antes e após a orientação, relacionados a importância de lavar as mãos e os alimentos para a uma vida saudável. Antes da Após a Alternativas orientação orientação Qual a importância de lavar os alimentos antes de comer? Para não sujar os 4 0 dentes. Para ficar fresco. 1 0 Para ficar limpa.

32

37

Porque devemos lavar as mãos antes de comer? Para a mamãe ficar 2 2 feliz. Para ficar inteligente. 2 0

Para ficar saudável. 33 Após a orientação Os microrganismos e parasitas são... Grandes. 4 0 Pequenos. 13 35 2 Invisíveis. 20

35 0 3 36

Ao comer alimentos sujos podemos sentir... 30

Gosto ruim.

1

1

6

Cheiro ruim.

2

1

1

Dor de barriga.

34

35

4 4 29

0 0 37

Quando questionadas qual a importância de lavar os alimentos antes de comer, antes da orientação

Os resultados deste estudo mostraram que depois da orientação muitas crianças acertaram o motivo real para a correta higienização das mãos. Uma das principais vias para a contaminação por microrganismos e parasitoses é a oral-fecal, principalmente pelas mãos (CRUZ et al., 2009). Nas crianças essa contaminação pode ser mais agravada pelo fato delas não entenderem a importância de lavar as mãos corretamente. Campanhas educativas, que orientem sobre a importância de lavar as mãos, são necessárias e importantes para evitar a contaminação por doenças, principalmente as parasitoses (TEIXEIRA; FLORES; FUENTEFRIA, 2006). Ao considerar a pergunta “lavar as mãos é 119

importante porque... ”, a alternativa “evita ficar doente” foi mais marcada pelas crianças depois da palestra de orientação, o que mostra a necessidade de aconselhálas sobre a correta higienização das mãos. Embora seja uma ação simples, é necessário o ensinamento sobre a forma correta de higienizar as mãos desde a infância, para manter o autocuidado (CRUZ et al., 2009). Com relação a pergunta “com o que se deve lavar as mãos”, a resposta mais assinalada foi a alternativa água e sabão, e a outra pergunta “para as mão ficarem limpas é necessário...”, a alternativa “lavar as palmas das mãos, dorso das mãos e dedos e punho” foi a mais marcada, em ambas as perguntas as alternativas foram mais apontadas corretamente antes e depois da orientação. Isso mostra que as crianças entendem a real importância e a maneira correta de lavar as mãos. De acordo com Cruz et al. (2009) a higienização é a ação de lavar as mãos com água e produtos químicos como sabão, antisséptico ou álcool a 70%, com remoção da microbiota devido a atividade química dos produtos utilizados e o ato de esfregar uma mão na outra. Quando questionadas sobre “o que sentem quando alimentos sujos são consumidos”, as crianças responderam “dor de barriga”, o que pode estar ligados com problemas de diarreias e cólicas intestinais, devido a presença de microrganismos e parasitas intestinais. Ferreira et al. (2006), em um trabalho realizado em uma creche pública no interior do Paraná, afirmam que as crianças parasitadas apresentavam cólicas e diarreias. A saúde das crianças pode ser influenciada por problemas socioeconômicos e culturais, os quais contribuem para um ambiente não favorável ao desenvolvimento populacional, tornando-se um fator relevante para a incidência de doenças (SOUZA et al., 2010). Fatores como saneamento básico e falta de higiene estão diretamente ligados com a saúde da população, principalmente das crianças (FERREIRA et al., 2006). As aglomerações de crianças encontradas em escolas e creches é outro fator que influencia na transmissão das parasitoses. Em um estudo realizado em uma creche em Aracaju, Gurgel et al. (2005) encontraram alta prevalência de crianças com enteroparasitoses, a qual está relacionada com o contato entre pessoas, bem como com água, alimentos e mãos contaminados. De acordo com Souza et al. (2010) a saúde está diretamente relacionada com as práticas educacionais, assim a educação em saúde passa a ser considerada como procedimento educacional global. Os processos educativos são mais absorvidos durante a infância, quando comparados àqueles ensinados na idade adulta (PASQUALINI; GARBULHO; SCHUT, 2004). Para Rocha (2003) a inserção da educação sanitária nas escolas primárias contribui para a diminuição e prevenção de doenças, contribuindo assim para a conservação da saúde. A prática educacional contribui para a minimização de contaminação por parasitas, principalmente quando está é facilitada pelo contato direto entre as crianças (FERREIRA; ANDRADE, 2005).

Com esse estudo ficou claro que a orientação pode contribuir para o entendimento das crianças em relação a doenças causadas por agentes biológicos, como os microrganismos e parasitas. As ações da enfermagem têm o intuito de promover, restaurar e manter a saúde para prevenir doenças (SOUZA et al., 2010). Além disso, os enfermeiros mantém um contato interpessoal, fator que contribui para uma melhor educação em saúde popular (ALVIM; FERREIRA, 2007). O contato interpessoal envolve a comunicação, a qual é um processo na prática profissional do enfermeiro (SPAGNUOLO; PEREIRA, 2007). Desta forma, o enfermeiro, como profissional da saúde, tem o dever de contribuir para a educação sanitária, por meio de palestras e orientações que conscientizem as pessoas, inclusive as crianças. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com os resultados apresentados nesta pesquisa, pode-se concluir que houve um aumento no número de respostas corretas dadas pelas crianças em idade escolar, relacionadas a adequada higienização das mãos. Diante dos resultados obtidos observa-se a importância da pratica de higienização das mãos em crianças em idade escolar, principalmente no que diz respeito as parasitoses intestinais como os protozoários (Giardia lamblia e Entamoeba histolytica), platelmintos (Taenia solium e Taenia saginata) e nematódios (Trichuris trichiura, Strongyloides stercolaris, Enterobius vermicularis, Ascaris lumbricoides) que é comum acometer crianças nessa faixa etária. Desta maneira, o acometimento por parasitas é resultado da falta de hábito de higienização correta das mãos. Assim, trabalhos de orientação são importantes, principalmente para incentivar as medidas que possam contribuir e promover saúde no âmbito escolar. O enfermeiro pode ser uma peça fundamental para prevenção de doenças e promoção de saúde nesse contexto. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA. Higienização das mãos em serviços de saúde. Brasília. p. 10 set-out, 2013. ALVIM, N.A.T.; FERREIRA, M.A. Perspectiva problematizadora da educação popular em saúde e a enfermagem. Texto Contexto Enferm, v. 16, n. 2, p. 315-9, 2007. BRASIL, Ministério da Educação. Programa Saúde na Escola. Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso em abril de 2013. CRUZ, E.D.A. et al. Higienização de mãos: 20 anos de divergências entre a prática e o idealizado. Ciencia Y Enfermeria, v. XV, n. 1, p. 33-38, 2009. FERREIRA, G.R.; ANDRADE, C.F.S. Alguns aspectos socioeconômicos relacionados a parasitoses intestinais e avaliação de uma intervenção educativa em escolares de Estiva Gerbi, SP. Revista da Sociedade Brasileira 120

de Medicina Tropical. v. 5, n. 38, 402-405, set-out, 2005. FERREIRA, H. et al. Estudo epidemiológico localizado da frequência e fatores de risco para enteroparasitoses e sua correlação com o estado nutricional de crianças em idade pré-escolar: Parasitoses intestinais e desenvolvimento infantil. UEPG Ci. Biol. Saúde, Ponta Grossa, v. 12, n. 4, p. 33-40, dez. 2006. GURGEL, R.Q. Creche: ambiente expositor ou protetor nas infestações por parasitas intestinais em Aracaju, SE. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 38, n.3, p. 267-269, 2005. PASQUALINI, J.C.; GARBULHO, N.F.; SCHUT, T. Orientação profissional com crianças: uma contribuição à educação infantil. Revista Brasileira de Orientação Profissional, v. 51, n.1, p. 71-85, 2004. ROCHA, H.H.P. Educação escolar e higienização na infância. Cad. Cedes, v. 23, n. 59, p. 39-56, abril 2003. SANTOS, A.A.M. Higienização das mãos no controle das infecções em serviços da saúde. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br. Acesso em abril de 2013. SOUZA, M.M.A. et al. A inserção do lúdico em atividades de educação em saúde na creche-escola Casa da Criança, em Petrolina-PE. REVASF, v. 1, n.1, p. 3949, 2010. SPAGNUOLO, R.S.; PEREIRA, M.L.T. Práticas de saúde em Enfermagem e Comunicação: um estudo de revisão da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, v. 12, n. 6, p. 1603-1610, 2007. TEIXEIRA, M.L.; FLORES, R.E.; FUENTEFRIA, A.M. Prevalência de Enteroparasitas em Crianças de uma Creche na Cidade de Concórdia, Santa Catarina, Brasil. NewsLab - edição 78 – 2006. TOSCANI, N.V et al. Desenvolvimento e análise de jogo educativo para crianças visando à prevenção de doenças parasitológicas. Interface – Comunic., Saúde, Educação. Disponível em: . Acesso em abril de 2013. SANTOS, A. A. M. dos. Higienização das mãos no controle das infecções em serviços de saúde. Disponível em: Acesso em 01 outubro 2013.

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